Exposição Permanente

Exposição Permanente

A coleção do Museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão permite ilustrar todo o processo de caça e transformação da “baleia” – nome vulgarmente usado nos Açores para designar o cachalote, único cetáceo caçado no arquipélago. Pretende-se desta forma que o visitante tenha uma experiência enriquecedora e que a coleção, bastante abrangente, dê a conhecer os trabalhos inerentes à caça costeira praticada na região, desde o avistamento do cachalote até ao seu desmancho na Fábrica.

Os tradicionais botes baleeiros, apetrechados com toda a palamenta necessária para a sua atividade, e ainda todos os equipamentos fundamentais ao aproveitamento industrial do cachalote estão patentes no museu. A coleção inclui também amostras de produtos obtidos a partir do cachalote, de forma direta, como o âmbar cinzento e o espermacete, ou indireta, pois implicavam processamento a nível local, nomeadamente a farinha de ossos e o óleo extraído através do derretimento da gordura do cachalote. Em exposição estão, ainda, réplicas de embalagens de produtos finais, transformados noutros locais do mundo, que usavam como matéria-prima os produtos que saíam desta fábrica e de outras análogas, existentes nas outras ilhas do arquipélago. Todos os artigos expostos são complementados por painéis informativos, que explicam com detalhe as artes da baleação e cada passo dos processos da sua transformação.

O espaço dedicado à recriação duma antiga vigia da baleia possui os utensílios necessários ao desempenho das suas funções de deteção, alarme e comunicação com as embarcações envolvidas, e pode funcionar como ponto de partida para uma viagem empolgante, onde a força artesanal dos homens ultrapassa a sua pequenez perante o enorme cetáceo.

Os homens que largavam tudo e partiam a correr para o mar, para “caçar baleias”, também fazem parte do corpo deste museu, dando os seus rostos e as suas histórias na própria voz, para a validação desta História. Estas pessoas constituem um elo fundamental de ligação do museu com a comunidade local e com as suas memórias vivas.

Com a ajuda de alguns elementos audiovisuais dispersos pelos espaços do museu, poderá reviver a caça à baleia nas Flores, através da visualização do filme de “L’empreinte du Harpon” de Francis Lamolère, rodado na ilha entre 1970 e 1974, ou embarcar em aventuras mais fictícias, com Herman Melville e as suas referências açorianas no clássico “Moby Dick”. O museu expõe também outros conteúdos associados a esta temática, alguns deles dedicados aos públicos mais jovens.

Para além de beneficiar esteticamente com o facto de ocupar as instalações desta antiga unidade fabril, o Museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão, tira também partido do valioso espólio de maquinaria que a recheava. A parte mais impressionante do acervo do museu pode muito bem ser o conjunto de equipamentos associados à produção de óleos e farinhas de cachalote. Estas máquinas estão instaladas nos seus lugares originais e conferem uma nota de grande realismo, contribuindo para a perceção da dimensão e da importância económica da baleação nas ilhas ocidentais do arquipélago dos Açores.  

Tendo em conta a natureza do museu, o seu acervo não pode deixar de se enquadrar na categoria de património industrial. Este espólio arqueológico industrial, recuperado e bem conservado, constitui o principal eixo do museu, em torno do qual gira a dinâmica das visitas.

CALDEIRAS (de produção de vapor)

Caldeiras de tubos de água, comummente utilizadas em instalações fabris para produção de vapor de água em grandes quantidades. Na Fábrica este vapor proporcionava o funcionamento das restantes máquinas. A primeira a ser instalada, fabricada em 1922, era inicialmente alimentada a lenha, tendo-lhe sido instalados queimadores de combustível para que funcionasse a nafta aquando da instalação da segunda caldeira, de fabrico mais antigo, que usava aquele combustível.

Ficha técnica
Fabricante: Babcock & Wilcox
Data de fabrico: 1905 e 1922
Local de fabrico: Reino Unido
Localização: Sala das Caldeiras

BOMBA HORIZONTAL PARA ÁGUA

Bomba alimentada a vapor, ligada ao tanque principal de água, cuja função era conduzi-la até aos reservatórios no cimo das caldeiras garantindo, desta forma, a contínua produção de vapor.

Ficha técnica
Fabricante: Société Anonyme des Anciens Établissements / A. Cohendet & Cia
Data de fabrico: Entre 1900 e 1914
Local de fabrico: França
Localização: Sala das Caldeiras

BOMBAS VERTICAIS PARA ÁGUA

Bombas alimentadas a vapor, ligadas entre si, permitiam conduzir água, desde os tanques auxiliares até aos reservatórios das caldeiras. Outrora haviam assumido a função de bombas principais, atestando a única caldeira que existia até à instalação da segunda caldeira e da bomba dupla horizontal para água. A partir desta data passam a ser mantidas como bombas auxiliares, ligadas aos tanques adjacentes que continham água pré-aquecida, podendo assumir funções em caso de falha da bomba principal, garantindo o funcionamento da caldeira a que estavam associadas.

Ficha técnica
Fabricante: G. & J. Weir, Ltd
Data de fabrico: Anterior a 1948
Local de fabrico: Glasgow, Reino Unido
Localização: Sala das Caldeiras

BOMBA HORIZONTAL PARA NAFTA

Bomba alimentada a vapor, cuja função era conduzir a nafta que se encontrava num reservatório no exterior da fábrica até ao tanque elevado, com capacidade para 6250 litros, situado na sala das caldeiras.

Ficha técnica
Fabricante: Société Anonyme des Anciens Établissements / A. Cohendet & Cia
Data de fabrico: Entre 1900 e 1924
Local de fabrico: França
Localização: Sala das Caldeiras

BOMBA ASPIRANTE-PREMENTE DO TIPO CALIFÓRNIA

Esta bomba podia ser acionada manualmente ou alimentada a vapor, com um sistema de correias de couro. Permitia aspirar líquidos a 7 metros de distância, comprimindo-os e projetando-os, de acordo com a potência a que a bomba estivesse associada.
A bomba é uma peça única e estaria ligada a um sistema de mangueiras ou tubos, para fazer a extração e a posterior condução do líquido para o lugar pretendido.
Poderá ter servido para conduzir água até à Fábrica.

Ficha técnica
Fabricante: Duarte Ferreira e Filhos
Data de fabrico: Entre 1923 e 1947
Local de fabrico: Tramagal – Abrantes – Portugal
Localização: Sala das Autoclaves

GUINCHO DE IÇAR AS SELHAS – CONJUNTO DE MOTOR DEUTZ E BASE

Motor com 10 cavalos de potência que atingia as 1350 rotações por minuto, permitindo assim acionar um conjunto de rodas dentadas e correias assentes na base do guincho.
A ignição do motor era feita usando um “cigarro” – papel específico cor-de-rosa – que era incendiado e lançado para o interior do motor. Então, acionava-se a roda de balanço e ignição que provocava uma faísca que, junto com a chama do “cigarro” faziam o motor arrancar.
A função deste conjunto passava por içar as selhas (tinas feitas a partir de um bidão cortado ao meio) com a gordura, a carne ou os ossos dos cachalotes até à plataforma no topo das autoclaves, onde eram colocados.

Ficha técnica
Fabricante: Deutz
Data de fabrico: 1952
Local de fabrico: Alemanha
Localização: Sala das Autoclaves

BOMBA DUPLA HORIZONTAL NÃO ROTATIVA

Bomba alimentada a vapor, instalada na casa das bombas – pequena estrutura contígua à sala das caldeiras. A sua função era a de reunir o óleo de todos os tanques mais pequenos, dispersos no pátio da fábrica, para o tanque de maior capacidade (200 T), de onde seria transferido para o navio através de outra bomba semelhante.

Ficha técnica
Fabricante: Worthington
Data de fabrico: Entre 1940 e 1967
Local de fabrico: Estados Unidos da América
Localização: Sala das Autoclaves

BOMBAS VERTICAIS PARA ÁGUA

Bomba alimentada a vapor cuja função era a de bombear o óleo a partir do tanque de maior capacidade (200T) até às cisternas a bordo do navio fundeado ao largo da costa, a Norte do porto do Boqueirão, através de um pipeline.
Para que a sua tarefa fosse possível esta bomba estava assente numa base móvel, de forma a ser transportada para o exterior, ou para onde fosse necessária.

Ficha técnica
Fabricante: Tangye
Data de fabrico: a partir de 1940
Local de fabrico: Birmingham, Reino Unido
Localização: Sala das Autoclaves

GUINCHO DE VARAR

Guincho de grande dimensão, alimentado a vapor, que permitia içar os cachalotes desde o porto do Boqueirão até à plataforma de desmancho da Fábrica, pela rampa de varagem. Recorria a um cabo de aço com cerca de 200 metros de comprimento e 1.1/4 polegadas de secção, e a um conjunto de argolas fixadas no chão que criavam pontos de apoio àquele cabo.

Ficha técnica
Fabricante: Clarke Chapman & Co. Ltd.
Data de fabrico: Fim do séc. XIX
Local de fabrico: Gateshead – Reino Unido
Potência: 67 HP
Localização: Sala dos guinchos

BINÓCULOS

Binóculos de latão para uso náutico. Usavam-se nas vigias da baleia para procurar cetáceos na área marítima dentro do seu campo de visão. A diferenciação das espécies era possível através da análise do seu sopro, que nos cachalotes é ligeiramente inclinado para a frente, das rugosidades do seu dorso e ainda do tamanho reduzido da barbatana dorsal.
(Fotografia da peça e se possível também das perspetivas que se tinha do cachalote através dos binóculos)

Ficha técnica
Fabricante: S. Thaxter & son
Data de fabrico: Entre 1822 e 1919 (pelo nome da empresa)
Local de fabrico: Boston, E.U.A.
Localização: Vigia da baleia

GUINCHO DE ALAR

Guincho alimentado a vapor que tinha como função puxar as grandes tiras de gordura (mantas), enquanto iam sendo separados da carne pelos sepeires (espátulas afiadas com grandes cabos de madeira) usados pelos homens na plataforma de desmancho. Usava um cabo de aço com cerca de 100 metros de comprimento, com 3/4 polegadas de secção.

Ficha técnica
Potência: 40 HP
Localização: Sala dos guinchos

COZEDOR

Cozedor para a carne de cachalote cujos mecanismos são movidos através do sistema de correias de couro e a cozedura é feita através de vapor.
Um parafuso sem fim na extremidade do cozedor conduz a carne já cozida até à próxima máquina do ciclo de produção de farinhas – o espremedor.

Ficha técnica
Fabricante: Alfredo Alves & Cª e Filhos – Engenheiros-Construtores sob licença especial do detentor da patente Myrens Verksted (Oslo-Noruega)
Data de fabrico: Entre 1922 e 1944
Local de fabrico: Lisboa
Localização: Sala das Farinhas

ESPREMEDOR/PRENSA

A carne era conduzida do cozedor para o espremedor onde era prensada por um parafuso sem fim contra um tambor perfurado, expelindo assim, os líquidos que pudesse ter retido durante a cozedura.
A sua tarefa era possível devido à ação do sistema de correias de couro que garantia o movimento do parafuso.

Ficha técnica
Fabricante: Alfredo Alves & Cª e Filhos – Engenheiros-Construtores (sob licença especial do detentor da patente Myrens Verksted, Oslo-Noruega)
Data de fabrico: Entre 1922 e 1944
Local de fabrico: Lisboa
Localização: Sala das Farinhas

MOINHO DE MARTELOS

Moinho que procedia à transformação dos ossos e da carne em farinhas, que serviam como fertilizante e como ração para animais, respetivamente.
É um mecanismo transversal a várias indústrias pois permite triturar materiais frágeis não abrasivos. Esta função é possível graças ao movimento giratório de um cilindro onde estão acoplados os martelos (placas metálicas de considerável espessura) alojados no interior de uma capa cilíndrica. A moagem dá-se pelo impacto dos martelos na carne e nos ossos que vão sendo carregados pela parte superior. O movimento do moinho é garantido pelo sistema de correias de couro.

Ficha técnica
Localização: Sala das Farinhas

CRIVO

Aparelho composto por dois crivos geminados montados numa estrutura de madeira, com duas grandes portas frontais que dão acesso ao seu interior e três saídas para a farinha. O seu movimento é possível graças ao sistema de correias de couro acionadas por pequenos motores elétricos.
A farinha chegava ao crivo através duma nora elevatória que provinha do moinho de martelos e aqui era feita a separação entre a farinha fina, própria para exportar, dos detritos mais grosseiros que eram colocados novamente no moinho de martelos para aproveitamento.

TORNO MECÂNICO HORIZONTAL

Torno alimentado por um motor elétrico, que movimentava um conjunto de correias de couro. Estava instalado na oficina do ferreiro e, pela sua versatilidade, permitia o fabrico de variadas peças (eixos, roldanas, pinos, roscas, etc) e o seu arranjo ou aperfeiçoamento, conforme o necessário.

Ficha técnica:
Fabricante: Giddings & Lewis Manufacturing Co.
Data de fabrico: Entre 1895 e 1919
Local de fabrico: Fond du Lac, Wisconsin, E.U.A.
Localização: Oficina do ferreiro

GERADOR A8M517

Gerador de 8 cilindros, com motor de 120 cavalos e 1000 rpm, alimentado a gasóleo, cuja função era fornecer iluminação ao edifício e acionar um conjunto de motores que permitiam a laboração da sala das farinhas. O excedente da produção elétrica foi colocado ao serviço da população da vila de Santa Cruz, iluminando algumas das ruas entre as 21h00 e as 00h00 até 1967, ano em que entrou em atividade a central hidroelétrica na Fazenda de Santa Cruz.

Ficha técnica:
Fabricante: DEUTZ
Data de fabrico: 1956
Local de fabrico: Colonia – Alemanha
Localização: Sala do Gerador

RADIOTELEFONE DOLPHIN III

Rádio emissor-recetor de 12 Volts pertencente a uma geração de rádios fabricados entre 1949 e 1951, cujo objetivo era o de suprir as necessidades de comunicação entre pequenas embarcações.
O recetor apresenta 5 válvulas, com potência de 1.5 Volts cada uma, sintonizando em dois intervalos de frequência entre os 530KHz e 1600 KHz e entre 1520KHz e 3800 KHz.
O transmissor de 4 válvulas, com 8 canais, cobria um intervalo de frequência entre os 1520 KHz e 3800 KHz. Estava equipado com um transformador rotativo que gerava 450 Volts HT necessários ao seu funcionamento.
As embarcações teriam de possuir uma antena de cabo longo com um formato de “T” ou “L”.

Ficha técnica:
Fabricante: Pye Telecomunications
Data de fabrico: Entre 1949 e 1951 (nestes anos foram introduzidos no mercado mas este poderá até ter sido feito depois)
Local de fabrico: Cambridge, Reino Unido
Localização: Vigia da baleia – reconstituição

ÓLEO DE CACHALOTE

Óleo obtido a partir do derretimento da gordura do cachalote.
Aplicações: Velas, Sabonetes, Lápis de cera, Óleo de bronzear, Lubrificantes, Fluido de transmissão, Margarina, Tintas, Iluminação direta

ESPERMACETE

Óleo mais refinado encontrado em grande quantidade na cabeça do cachalote.
Existem várias teorias sobre a utilidade deste líquido presente em todos os cetáceos, sendo a mais aceite a que o relaciona com as capacidades de ecolocação, característica dos cachalotes.
O seu nome deriva da associação que era feita em tempos entre este óleo e o esperma do animal devido à semelhança na cor. O melão, órgão em que está alojada esta substância, era então conhecido como órgão do espermacete, aspeto que contribuiu também para a origem do nome deste animal na língua inglesa, Sperm whale.
Aplicações: Pomadas, cremes e unguentos, Velas (inodoras e com chama mais brilhante), Tratamento de peles de animais, Tratamento de pavimentos e Lubrificante para mecanismo delicados

OSSO

Apreciados, hoje em dia, por poderem esculpir-se inúmeras peças a partir deles, foram durante muito tempo transformados em farinha, depois de cozidos e secos ao sol.
Aplicações: Fertilizante, Gelatina, Peças de artesanato

FARINHA DE OSSOS

Feita a partir dos ossos de cachalote depois de secos, esta farinha era utilizada como fertilizante, podendo ser aplicada diretamente no terreno ou incorporada em fertilizantes com outros compostos.

TENDÕES

Apesar de não serem comercializados, a sua elevada resistência depois de secos permitia que fossem usados para diversos fins.
Esta brocha era utilizada para prender a canga do carro de bois ao pescoço do animal, para que ele pudesse puxá-lo.
Aplicações: Fio cirúrgico, Cordas de raquetes, Gelatina

ÂMBAR DE CACHALOTE / CINZENTO

Substância cerosa que tem origem no intestino do cachalote, resultante do seu processo digestivo. Estes animais alimentam-se maioritariamente de polvos e lulas e as partes dos seus organismos que o cachalote não consegue digerir vão agregar-se graças a uma substância segregada por ele e que em conjunto formam o âmbar. Os cachalotes podem expelir este composto ainda em vida e, uma vez que este flutua, é passível de ser encontrado na costa, mas normalmente era recolhido durante o processo de desmancho do animal na fábrica.
Aplicações: Perfumes (como fixador de cheiros)

BALANÇA DECIMAL OU DE QUINTENZ

Balança decimal ou de Quintenz, em homenagem ao seu inventor Alois Quintenz, monge e mecânico, que em 1821 em Estrasburgo, partindo do modelo existente na época (balança de Santorius), cria este novo modelo que se torna o mais popular deste género,
É uma balança utilizada quando se lida com grandes cargas, sendo o seu papel na Fábrica da Baleia o de permitir a pesagem das sacas de farinha, de carne e de ossos, e ainda dos bidões de óleo.
O seu sistema de alavancas é constituído por 2 braços horizontais, o maior onde o prato é apoiado e outro mais pequeno que suporta o estrado onde a carga é colocada e 2 hastes verticais que ligam os braços; os pesos são de ferro aferido e são colocados no prato em oposição ao estrado, sendo que cada 1 kg de peso equivale a 10 kg de carga, daí a sua designação de balança decimal.
Feita em madeira, ferro e chapa, sobreviveu em bom estado todos estes anos, sendo o seu fabricante e data de fabrico desconhecidos.

AUTOCLAVES

Conjunto de 5 autoclaves com capacidade individual de 14m3 para extração do óleo a partir do toucinho e para cozedura de ossos e carne. Funcionam através da injeção de vapor de água, produzido pelas caldeiras, que permite atingir as condições de temperatura e pressão adequadas.
A carne e os ossos coziam em camadas alternadas durante cerca de 8 horas sendo depois retirados através das portas frontais existentes em cada autoclave; a gordura derretia durante cerca de 6 horas sendo o óleo extraído através de válvulas existentes na traseira de cada autoclave e conduzido através de tubagens até aos tanques de óleo no exterior da fábrica.
Desconhece-se o seu fabricante e data de fabrico.